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terça-feira, 21 de setembro de 2010

Escrevo palavras






Aqui, olhar perdido na distância ao infinito
Torpor do corpo lânguido, caído
Aqui , entregue às palavras que o pensamento exige ditar
Alheia aos sons das falas que as gentes teimam gritar
Embalada na brisa e no som da ramagem
Escrevo as palavras sem qualquer camuflagem.
Escrevo palavras que quero dizer
Que quero que o mundo repita sem querer
Palavras idiotas, palavras tão sábias
Palavras sentidas, palavras sem lábias
Palavras soltas na aragem ….
Eu,
Tu,
Nós,
Paz,
Amor,
Verdade,
Doçura, Ternura, Candura

By Fernanda Paixão
20/09/2010